segunda-feira, 18 de março de 2013

O RIDÍCULO E RELIGIOSO X O NOTÁVEL E RESPEITOSO


Olá amigos! Vamos falar sobre um dos assuntos mais polêmicos e difíceis de entendimento desde a invenção da televisão. Pedimos que leiam antentamente todo o texto antes de tirarem suas conclusões!

Há uma questão muito intrigante sobre a questão do homossexualismo e também a respeito do heterossexualismo que remete à seguinte proposição:
Todos nós achamos muito ridículo quando passa uma mulher muito bonita, ou um homem bem arrumado e alguém, seja homem ou mulher, desrespeitosamente gritar "Vai Gostosa!" ou “Vai gostoso”, ou por exemplo uma expressão “Vou comer você!”, coisas do gênero. Correto?
Como por exemplo aqueles que frequentam bares e se embriagam, e exibem tais condutas muitas vezes sem nenhum pudor, eis é a palavra onde queremos chegar. É um assunto meio polemico, que merece muita atenção.
A questão aqui não é contra o movimento gay ou similar, pois é direito do ser humano realizar suas escolhas e é garantido pela Bíblia Sagrada, no livro de Eclesiastes 11:9: ”Alegra-te, jovem, na tua mocidade, e recreie-se o teu coração nos dias da tua mocidade, e anda pelos caminhos do teu coração, e pela vista dos teus olhos; sabe, porém, que por todas estas coisas te trará Deus a juízo”.
Porém, há a séria questão da falta do pudor exacerbado tanto pelos heterossexuais quanto pelos homossexuais, que na verdade no meu entender são todos "seres sexuais".
E que parece que ambos os lados muitas vezes não têm equilíbrio para assumir realmente suas escolhas.
Ou seja, você já viu na igreja aqueles irmãos meio exagerados que, gritam, gritam e gritam desesperadamente professando uma fé, e que, muitas vezes têm dúvidas sobre sua própria fé, como aqui falaremos:

"Dois homens subiram ao templo, a orar, um fariseu, e outro publicano. O fariseu estando em pé, orava consigo desta maneira: "Ó Deus, graças te dou, porque não sou como os demais homens, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano. Jejuo duas vezes na semana, e dou o dízimo de tudo quanto possuo".
O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: "O Deus, tem misericórdia de mim, pecador".
Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que si mesmo se humilha será exaltado".
Evangelho de Lucas 18:10-14.

Ou seja, neste texto, Jesus defendeu o pudor e defendeu a NÃO HUMILHAÇÃO do ser humano. Jesus ensinou perfeitamente o respeito pelo próximo.
Não digo que é leviano o manifestar-se em alta voz, e o demonstrar nossa felicidade em dizer o quanto amamos nosso Deus. Mas o que Jesus frisou aqui foi o uso desse manifestar em detrimento ao outro ser de igual magnitude celestial como a nossa. Assim como também não é pecado ou desdireito dos que escolheram assumir sua posição de homossexuais realizarem seus discursos e apresentarem seus argumentos, desde que com todo o respeito e pudor pela sociedade que também teve o direito de escolher, bem ou mal, variando o ponto de vista, serem heterossexuais.

Ainda podemos afirmar com total convicção que Jesus, como o Filho de Deus, veio sabendo que dois mil anos depois haveriam pessoas que estariam nas condições tanto de homossexuais assumidos, quanto também a dos crentes que não têm preparo algum para lidar com isso, e que com engano e com desrespeito nunca antes visto, demonstram total desavença contra o seu próximo, que realizou uma escolha, e vive em uma opção sexual diferente da sua.

Também é notório manifestar, até então, o não envolvimento de Jesus Cristo com o contato homossexual, visto que foi uma escolha dEle, e isso impõe indiretamente que todo aquele que assume que quer seguir ao Cristianismo, oriundo de Jesus Cristo, intrinsecamente também andará como ele andou, dentro dos padrões comparativos das épocas.

Ou seja, não discriminando ou fazendo apologias a coisa alguma, podemos facilmente dizer como dois e dois são quatro, que, qualquer pessoa que se declare homossexual é livre para tal, assumindo os riscos de saúde, como doenças sexualmente transmissíveis que também atacam os heterossexuais, e também as consequências das questões de infidelidade que também tangem os heterossexuais.

Porém, no que tange ao cunho religioso, baseado no Cristianismo, e não no machismo ou religiosismo, percebe-se uma controvérsia geral quando vemos em algumas manifestações GLBT, o uso das expressões cristãs como “Jesus pregou o amor e o amor é amar ao próximo”.

Dissertando sobre Jesus, e sua declaração, vemos que o amor falado pelo mesmo é simplesmente fraternal e pouco instiga ou não a questão da união de corpos, no sentido sexual. Ele simplesmente declara o “amor” como a forma de doação daquilo que somos e daquilo que temos, para a sobrevida de outrem, não distinguindo gênero sexual, raça, cor, nacionalidade ou escolha religiosa.

Quando crianças, já nos deparamos diante da escolha de qual alimento comer. Fazíamos distinções duras e rígidas sobre “isso presta e isso não presta”. Então me dei conta de que cada alimento têm seu valor e seu desvalor nutritivo. Vi que pessoas que escolhiam certos alimentos viviam melhor, e que outros, com outras escolhas, viviam acamados, mas tudo isso é e sempre foi uma questão de escolha, simples escolha.

Também, na mesma vertente, tive amigos evangélicos e não-evangélicos, e fui, pelo cunho da sociedade, forçado a ter que “selecionar bem minhas amizades”. E isso me privou muitas vezes de excelentes aprendizados com alguns que julguei “inúteis” à minha psique.

Então, um dia, me aprofundando nas escrituras, vi um comentário em I Tessalonicenses 5:21 que diz: “Examinai tudo. Retende o bem”. E isso me abriu um extremo e estranho mundo novo, onde eu pude ver exatamente o motivo de Jesus ter exclamado "Pai, perdoa-lhes, eles não sabem o que fazem"(Lc 23,34).

A exclamação de Jesus foi simplesmente por terem os seus compatriotas escolhido livrar um criminoso já conhecido, e o condenado à pior das mortes. Mas mesmo assim, por sua convicção e análise da cegueira humana, Jesus se posiciona como simplesmente um compreendedor da limitação humana.

O perdão pedido por Jesus não foi pelo bater do martelo da inevitável morte de cruz, mas sim pelo extremismo humano, no fato de querer sempre partir para a ignorância e o mal uso da educação, em defesa de suas ideias, justamente por falta de argumentos, por falta de respeito ou posição intelectual capaz de sequer chegar à um milésimo da compreensão de Jesus Cristo sobre o ser humano.

Tanto que em outra passagem, mais especificamente na morte de seu companheiro Lázaro, diz a Sagrada Escritura: "Jesus chorou." (João 11:35).
Novamente, neste texto, Jesus chora não se sabe se irritado que ficou com tanta falta de fé, ou se com tamanha pena dos demais manifestantes extremistas que novamente colocavam em cheque sua formação como o Messias, e também como um homem de fé.

O que Jesus pregou então? A apologia? A discriminação? A difamação? O caos?
Jamais nada disso... e ainda podemos afirmar com toda certeza que Jesus foi o marco histórico entre o homem meramente religioso e cético, e o homem realmente pensador, capaz de discernir suas próprias ideias e realizar suas escolhas, tendo como resultado as consequências de suas escolhas no futuro.

Os antigos filósofos descobriram inúmeras outras qualidades do ser humano, como “ser quem você é”, e “conhecer quem você é”, sim excelentes descobertas. Pregaram a liberdade de pensamentos e o modernismo do ser humano. Mas ao analisar profundamente as questões, vemos que Jesus Cristo foi o único que sentaria com eles em uma grande mesa para uma longa conversa, um lindo e sadio debate, sobre todas as questões que envolviam suas ideias e conceitos.

Talvez o único que não os mataria como assim aconteceu a muitos, seria novamente Jesus Cristo. Por isso damos a este homem, Jesus o título de “melhor amigo do homem”. Não por questões espirituais, mas sim sociais, como homem de respeito, que trabalhou duramente aprendendo o ofício de seu pai adotivo, e que pagava seus impostos, como todo cidadão comum.

Eis um modelo de cidadão perfeito. Daqueles que não tinha desavenças quanto às leis impostas na época, apenas sendo um fiel cumpridor das leis impostas por qualquer que fosse o governo ou ditadura. Em todas Ele passaria ileso, no que tange ao cumprimento de cada uma delas, e ainda seria capaz de propagar pequenos puxões de orelha para quem assim não as cumprisse. Pois “Dai a Cezar o que é de Cezar, e a Deus o que é de Deus”.
Esta ordem das pronuncias é uma questão fundamental para a compreensão do mundo em que vivemos e da forma como devemos nos portar. É a questão mais polêmica e que pegaria muitos peixes como um anzol sem nenhum senso de delicadeza.
“Dai a Cezar” vem primeiro, pois Cezar simbolizava o homem comum, um ser humano, e Jesus afirma "Aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus a quem não vê." (I Jo 4, 20-21).

Este excelente princípio simplesmente nos expõe um tema simples, mas de difícil entendimento para muitos. Pois se não consigo orar pelo meu próximo, seja parente, irmão, pai, mãe, hetero, homo, negro, branco, índio, africano, ocidental, oriental, e tantos mais modelos de excelentíssimos seres criados por Deus, então como diríamos que amamos Deus, se todos estes citados foram criados por Ele, mas não respeitamos a nenhum ou quase nenhum deles?

Certa feita, um grande amigo nos fez uma declaração a respeito do Deputado Federal Francisco Everardo Oliveira Silva, conhecido como Tiririca, onde dizia nosso amigo que um conhecido lhe fez um questionamento sobre “o que esse palhaço está fazendo no parlamento?”. Sabiamente nosso amigo respondeu que:

“Todos nós somos cidadãos e cada um de nós é uma fatia deste imenso bolo que comporta os honestos, os desonestos, os justos e os não justos, os risonhos e os tristes, os responsáveis dos irresponsáveis, e assim também cabe os reis e os súditos, os sérios e os palhaços, todos são uma fatia do nosso povo, ali correta e incrivelmente bem representado!”.

Assim como temos os “galinhas” da sociedade, que se auto afirmam verdadeiros galãs da sociedade, poderíamos encaixa-los no mesmo patamar de alguns (não todos, jamais) homossexuais que, para também se auto afirmarem, praticam desenfreadamente os atos que os definem como assim se declaram.

A falta do pudor é presente tanto no usuário exacerbado de suas formas másculas ou femininas para angariar o sexo oposto, quanto também na forma do que o homossexual usa iguais artifícios e induz ao outro(a) do mesmo sexo a consumar o ato ou participar da crença.

Também é notória a incrível ocorrência da infidelidade muitas vezes mostrada por alguns exemplares tanto do homo, quanto do heterossexualismo, onde nota-se a falta de compromisso real com o parceiro ou parceira, que leva à inúmeras mortes provindas de crimes passionais e de iguais desavenças pertinentes à categoria.

Uma vez dito isto, nos é dada a final conclusão de que todos estão onde deveriam estar e tudo sempre vai correr de forma simétrica e cronológica como planejado por um ser superior, que respeita as escolhas de cada um, amando todos como realmente são, e deixando que a própria vida dê o pagamento de nossas escolhas psicológicas, físicas, sexuais e espirituais.

Um fantástico exemplo é a de um corredor de fórmula 1, que em apenas alguns milésimos de segundo pode estar entre a vida e a morte, se não tiver o devido preparo para conduzir seu veículo, podendo vir a ser sua própria vítima, visto que escolheu a adrenalina e o pulsar dos cavalos de força vindos de seu potente motor, para mostrar sua habilidade acima dos “meros mortais”.

Como se pode notar, cada um de nós seres humanos, possui o desejo interior de ser notado, de ser valorizado, de ser amado e respeitado, e isso ultrapassa em milhões de anos luz o simples desejo de escolha sexual, religiosa, e questões pertinentes a tais categorias e etnias mundiais.

Tal como vemos movimentos LGBT, assim também vemos movimentos religiosos em torno do dinheiro, em torno da cura, e também de alguns anos para cá, o movimento em torno do “salvacionismo denominacional”, onde grupos julgam outros grupos, seus próprios irmãos, por não crerem na mesma fé, causando disparadas dissensões e rachaduras em grupos e grupos, onde os que ficam atiram pedras nos que saem, e os que saem disparam mísseis psicológicos em quem fica.

No final dos dias, o ser humano aprenderá o que Jesus Cristo ensinou à mulher samaritana: “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem.” (João 4:23).

O que devemos fazer então como Cristãos que dizemos que somos? A resposta é orar, similar à fórmula respeitosa que iremos apresentar aqui:
1) Para que Deus conserve íntegros nossos irmãos que assumiram sua sexualidade, mesmo que não concordemos.
2) Para que Deus, com Seu poder de convencimento, através de Seu Espírito Santo, faça, se assim achar que deve fazer, o trabalho de mudança de foco de nosso próximo, direcionando-o para as veredas do caminho correto, sem que os desrespeitemos e os chamemos de doentes, pois doentes somos nós que, muitas vezes não sabemos dar o devido respeito, e também às vezes os que do outro lado fazem mal uso do direito da livre expressão e acabam realizando a livre exposição ao ridículo e falta de respeito ao pudor.
3) Para que sejamos unidos no que tange à sobrevivência humana neste nosso planeta decadente e poluído, e que possamos todos olhar para a sobrevivência da espécie e não para guerras frias ou quentes, que nos colocam como dementes, meros débeis mentais, incapazes de ver que enquanto brigamos sem razão, nossos filhos e filhas padecem nas mãos de balas perdidas, de estupros, da pedofilia e do desamor, tornando-se jovens delinquentes e enfrentadores da justiça, do respeito aos anciãos da sociedade e do poder do conhecimento.

Que Deus nos abençoe!

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