Olá amigos! Vamos falar sobre um dos assuntos mais polêmicos e difíceis de entendimento desde a invenção da televisão. Pedimos que leiam antentamente todo o texto antes de tirarem suas conclusões!
Há uma questão muito intrigante sobre
a questão do homossexualismo e também a respeito do heterossexualismo que remete
à seguinte proposição:
Todos nós achamos muito ridículo
quando passa uma mulher muito bonita, ou um homem bem arrumado e alguém, seja
homem ou mulher, desrespeitosamente gritar "Vai
Gostosa!" ou “Vai gostoso”,
ou por exemplo uma expressão “Vou comer
você!”, coisas do gênero. Correto?
Como por exemplo aqueles que
frequentam bares e se embriagam, e exibem tais condutas muitas vezes sem nenhum
pudor, eis é a palavra onde queremos
chegar. É um assunto meio polemico, que merece muita atenção.
A questão aqui não é contra o
movimento gay ou similar, pois é direito do ser humano realizar suas escolhas e
é garantido pela Bíblia Sagrada, no livro de Eclesiastes 11:9: ”Alegra-te, jovem, na tua mocidade, e
recreie-se o teu coração nos dias da tua mocidade, e anda pelos caminhos do teu
coração, e pela vista dos teus olhos; sabe, porém, que por todas estas coisas
te trará Deus a juízo”.
Porém, há a séria questão da falta do
pudor exacerbado tanto pelos heterossexuais quanto pelos homossexuais, que na
verdade no meu entender são todos "seres sexuais".
E que parece que ambos os lados muitas
vezes não têm equilíbrio para assumir realmente suas escolhas.
Ou seja, você
já viu na igreja aqueles irmãos meio exagerados que, gritam, gritam e gritam
desesperadamente professando uma fé, e que, muitas vezes têm dúvidas sobre sua
própria fé, como aqui falaremos:
"Dois homens subiram ao templo, a orar, um fariseu, e outro
publicano. O fariseu estando em pé, orava consigo desta maneira: "Ó Deus,
graças te dou, porque não sou como os demais homens, injustos e adúlteros; nem
ainda como este publicano. Jejuo duas vezes na semana, e dou o dízimo de tudo
quanto possuo".
O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar
os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: "O Deus, tem misericórdia de
mim, pecador".
Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque
qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que si mesmo se
humilha será exaltado".
Evangelho de Lucas 18:10-14.
Ou seja, neste texto, Jesus defendeu
o pudor e defendeu a NÃO HUMILHAÇÃO do ser humano. Jesus ensinou perfeitamente
o respeito pelo próximo.
Não digo que é leviano o
manifestar-se em alta voz, e o demonstrar nossa felicidade em dizer o quanto
amamos nosso Deus. Mas o que Jesus frisou aqui foi o uso desse manifestar em
detrimento ao outro ser de igual magnitude celestial como a nossa. Assim como
também não é pecado ou desdireito dos que escolheram assumir sua posição de
homossexuais realizarem seus discursos e apresentarem seus argumentos, desde
que com todo o respeito e pudor pela sociedade que também teve o direito de
escolher, bem ou mal, variando o ponto de vista, serem heterossexuais.
Ainda podemos afirmar com total
convicção que Jesus, como o Filho de Deus, veio sabendo que dois mil anos
depois haveriam pessoas que estariam nas condições tanto de homossexuais
assumidos, quanto também a dos crentes que não têm preparo algum para lidar com
isso, e que com engano e com desrespeito nunca antes visto, demonstram total
desavença contra o seu próximo, que realizou uma escolha, e vive em uma opção
sexual diferente da sua.
Também é notório manifestar, até
então, o não envolvimento de Jesus Cristo com o contato homossexual, visto que
foi uma escolha dEle, e isso impõe indiretamente que todo aquele que assume que
quer seguir ao Cristianismo, oriundo de Jesus Cristo, intrinsecamente também
andará como ele andou, dentro dos padrões comparativos das épocas.
Ou seja, não discriminando ou fazendo
apologias a coisa alguma, podemos facilmente dizer como dois e dois são quatro,
que, qualquer pessoa que se declare homossexual é livre para tal, assumindo os
riscos de saúde, como doenças sexualmente transmissíveis que também atacam os
heterossexuais, e também as consequências das questões de infidelidade que
também tangem os heterossexuais.
Porém, no que tange ao cunho
religioso, baseado no Cristianismo, e não no machismo ou religiosismo,
percebe-se uma controvérsia geral quando vemos em algumas manifestações GLBT, o
uso das expressões cristãs como “Jesus pregou o amor e o amor é amar ao próximo”.
Dissertando sobre Jesus, e sua
declaração, vemos que o amor falado pelo mesmo é simplesmente fraternal e pouco
instiga ou não a questão da união de corpos, no sentido sexual. Ele
simplesmente declara o “amor” como a forma de doação daquilo que somos e daquilo
que temos, para a sobrevida de outrem, não distinguindo gênero sexual, raça,
cor, nacionalidade ou escolha religiosa.
Quando crianças, já nos deparamos diante
da escolha de qual alimento comer. Fazíamos distinções duras e rígidas sobre “isso
presta e isso não presta”. Então me dei conta de que cada alimento têm seu
valor e seu desvalor nutritivo. Vi que pessoas que escolhiam certos alimentos
viviam melhor, e que outros, com outras escolhas, viviam acamados, mas tudo
isso é e sempre foi uma questão de escolha, simples escolha.
Também, na mesma vertente, tive
amigos evangélicos e não-evangélicos, e fui, pelo cunho da sociedade, forçado a
ter que “selecionar bem minhas amizades”. E isso me privou muitas vezes de
excelentes aprendizados com alguns que julguei “inúteis” à minha psique.
Então, um dia, me aprofundando nas
escrituras, vi um comentário em I Tessalonicenses 5:21 que diz: “Examinai tudo. Retende o bem”. E isso
me abriu um extremo e estranho mundo novo, onde eu pude ver exatamente o motivo
de Jesus ter exclamado "Pai,
perdoa-lhes, eles não sabem o que fazem"(Lc 23,34).
A exclamação de Jesus foi
simplesmente por terem os seus compatriotas escolhido livrar um criminoso já
conhecido, e o condenado à pior das mortes. Mas mesmo assim, por sua convicção e
análise da cegueira humana, Jesus se posiciona como simplesmente um compreendedor
da limitação humana.
O perdão pedido por Jesus não foi pelo
bater do martelo da inevitável morte de cruz, mas sim pelo extremismo humano,
no fato de querer sempre partir para a ignorância e o mal uso da educação, em
defesa de suas ideias, justamente por falta de argumentos, por falta de
respeito ou posição intelectual capaz de sequer chegar à um milésimo da compreensão
de Jesus Cristo sobre o ser humano.
Tanto que em outra passagem, mais
especificamente na morte de seu companheiro Lázaro, diz a Sagrada Escritura: "Jesus chorou." (João 11:35).
Novamente, neste texto, Jesus chora
não se sabe se irritado que ficou com tanta falta de fé, ou se com tamanha pena
dos demais manifestantes extremistas que novamente colocavam em cheque sua formação
como o Messias, e também como um homem de fé.
O que Jesus pregou então? A apologia?
A discriminação? A difamação? O caos?
Jamais nada disso... e ainda podemos
afirmar com toda certeza que Jesus foi o marco histórico entre o homem
meramente religioso e cético, e o homem realmente pensador, capaz de discernir
suas próprias ideias e realizar suas escolhas, tendo como resultado as consequências
de suas escolhas no futuro.
Os antigos filósofos descobriram
inúmeras outras qualidades do ser humano, como “ser quem você é”, e “conhecer
quem você é”, sim excelentes descobertas. Pregaram a liberdade de
pensamentos e o modernismo do ser humano. Mas ao analisar profundamente as questões,
vemos que Jesus Cristo foi o único que sentaria com eles em uma grande mesa
para uma longa conversa, um lindo e sadio debate, sobre todas as questões que
envolviam suas ideias e conceitos.
Talvez o único que não os mataria
como assim aconteceu a muitos, seria novamente Jesus Cristo. Por isso damos a
este homem, Jesus o título de “melhor
amigo do homem”. Não por questões espirituais, mas sim sociais, como homem
de respeito, que trabalhou duramente aprendendo o ofício de seu pai adotivo, e
que pagava seus impostos, como todo cidadão comum.
Eis um modelo de cidadão perfeito.
Daqueles que não tinha desavenças quanto às leis impostas na época, apenas
sendo um fiel cumpridor das leis impostas por qualquer que fosse o governo ou
ditadura. Em todas Ele passaria ileso, no que tange ao cumprimento de cada uma
delas, e ainda seria capaz de propagar pequenos puxões de orelha para quem
assim não as cumprisse. Pois “Dai a Cezar
o que é de Cezar, e a Deus o que é de Deus”.
Esta ordem das pronuncias é uma
questão fundamental para a compreensão do mundo em que vivemos e da forma como
devemos nos portar. É a questão mais polêmica e que pegaria muitos peixes como
um anzol sem nenhum senso de delicadeza.
“Dai a Cezar” vem primeiro, pois Cezar simbolizava
o homem comum, um ser humano, e Jesus afirma "Aquele que não ama a seu
irmão, a quem vê, não pode amar a Deus a quem não vê." (I Jo 4, 20-21).
Este excelente princípio simplesmente
nos expõe um tema simples, mas de difícil entendimento para muitos. Pois se não
consigo orar pelo meu próximo, seja parente, irmão, pai, mãe, hetero, homo,
negro, branco, índio, africano, ocidental, oriental, e tantos mais modelos de
excelentíssimos seres criados por Deus, então como diríamos que amamos Deus, se
todos estes citados foram criados por Ele, mas não respeitamos a nenhum ou
quase nenhum deles?
Certa feita, um grande amigo nos fez uma
declaração a respeito do Deputado Federal Francisco Everardo Oliveira Silva, conhecido
como Tiririca, onde dizia nosso amigo que um conhecido lhe fez um
questionamento sobre “o que esse palhaço está fazendo no parlamento?”.
Sabiamente nosso amigo respondeu que:
“Todos nós somos cidadãos e cada um de nós é uma fatia deste imenso bolo
que comporta os honestos, os desonestos, os justos e os não justos, os risonhos
e os tristes, os responsáveis dos irresponsáveis, e assim também cabe os reis e
os súditos, os sérios e os palhaços, todos são uma fatia do nosso povo, ali correta
e incrivelmente bem representado!”.
Assim como temos os “galinhas” da
sociedade, que se auto afirmam verdadeiros galãs da sociedade, poderíamos
encaixa-los no mesmo patamar de alguns (não todos, jamais) homossexuais que,
para também se auto afirmarem, praticam desenfreadamente os atos que os definem
como assim se declaram.
A falta do pudor é presente tanto no
usuário exacerbado de suas formas másculas ou femininas para angariar o sexo
oposto, quanto também na forma do que o homossexual usa iguais artifícios e induz
ao outro(a) do mesmo sexo a consumar o ato ou participar da crença.
Também é notória a incrível ocorrência
da infidelidade muitas vezes mostrada por alguns exemplares tanto do homo,
quanto do heterossexualismo, onde nota-se a falta de compromisso real com o
parceiro ou parceira, que leva à inúmeras mortes provindas de crimes passionais
e de iguais desavenças pertinentes à categoria.
Uma vez dito isto, nos é dada a final
conclusão de que todos estão onde deveriam estar e tudo sempre vai correr de
forma simétrica e cronológica como planejado por um ser superior, que respeita
as escolhas de cada um, amando todos como realmente são, e deixando que a
própria vida dê o pagamento de nossas escolhas psicológicas, físicas, sexuais e
espirituais.
Um fantástico exemplo é a de um
corredor de fórmula 1, que em apenas alguns milésimos de segundo pode estar
entre a vida e a morte, se não tiver o devido preparo para conduzir seu
veículo, podendo vir a ser sua própria vítima, visto que escolheu a adrenalina
e o pulsar dos cavalos de força vindos de seu potente motor, para mostrar sua
habilidade acima dos “meros mortais”.
Como se pode notar, cada um de nós
seres humanos, possui o desejo interior de ser notado, de ser valorizado, de
ser amado e respeitado, e isso ultrapassa em milhões de anos luz o simples
desejo de escolha sexual, religiosa, e questões pertinentes a tais categorias e
etnias mundiais.
Tal como vemos movimentos LGBT, assim
também vemos movimentos religiosos em torno do dinheiro, em torno da cura, e
também de alguns anos para cá, o movimento em torno do “salvacionismo denominacional”, onde grupos julgam outros grupos,
seus próprios irmãos, por não crerem na mesma fé, causando disparadas dissensões
e rachaduras em grupos e grupos, onde os que ficam atiram pedras nos que saem,
e os que saem disparam mísseis psicológicos em quem fica.
No final dos dias, o ser humano
aprenderá o que Jesus Cristo ensinou à mulher samaritana: “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o
Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem.” (João
4:23).
O que devemos fazer então como
Cristãos que dizemos que somos? A resposta é orar, similar à fórmula respeitosa
que iremos apresentar aqui:
1) Para que Deus conserve íntegros
nossos irmãos que assumiram sua sexualidade, mesmo que não concordemos.
2) Para que Deus, com Seu poder de
convencimento, através de Seu Espírito Santo, faça, se assim achar que deve
fazer, o trabalho de mudança de foco de nosso próximo, direcionando-o para as
veredas do caminho correto, sem que os desrespeitemos e os chamemos de doentes,
pois doentes somos nós que, muitas vezes não sabemos dar o devido respeito, e
também às vezes os que do outro lado fazem mal uso do direito da livre expressão
e acabam realizando a livre exposição ao ridículo e falta de respeito ao pudor.
3) Para que sejamos unidos no que
tange à sobrevivência humana neste nosso planeta decadente e poluído, e que
possamos todos olhar para a sobrevivência da espécie e não para guerras frias
ou quentes, que nos colocam como dementes, meros débeis mentais, incapazes de
ver que enquanto brigamos sem razão, nossos filhos e filhas padecem nas mãos de
balas perdidas, de estupros, da pedofilia e do desamor, tornando-se jovens
delinquentes e enfrentadores da justiça, do respeito aos anciãos da sociedade e
do poder do conhecimento.
Que Deus nos abençoe!